Bairros

Comdema aprova R$ 52 mil para Semma

Da Redação
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O Conselho Municipal do Meio Ambiente (Comdema) aprovou ontem a liberação de R$ 52,9 mil do Fundo Municipal do Meio Ambiente para comprar equipamentos básicos que vão implementar as ações da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma). A verba será utilizada para comprar três motosserras, sendo uma para árvores de grande porte, sete roçadeiras, equipamentos de proteção individual, como botas, luvas, calças especiais.

O dinheiro ainda será suficiente para adquirir três máquinas fotográficas para as equipes da Semma registraram em fotos flagrantes de irregularidades e sete computadores para ligação da secretaria em rede com a prefeitura. Atualmente, a Semma conta com apenas uma motosserra para podar árvores em toda a cidade e três roçadeiras para retirar o mato das escolas, creches, postos de saúde e das 250 praças. A informação é da assessoria de imprensa da prefeitura.

O Fundo Municipal do Meio Ambiente é formado por taxas de licenciamento ambiental. A verba ainda terá de ser empenhada e licitada. O titular da Semma, Carlos Barbieri, pediu agilidade às secretarias de Finanças e de Administração para que os projetos da sua pasta possam ser realizados. Além de colocar a casa em ordem, a Secretaria do Meio Ambiente também trabalha em outras linhas.

Entre a lista de prioridades, está o mapeamento ambiental dos recursos hídricos do município, incluindo a zona rural. O levantamento dos dados está sendo feito pela empresa SHS, de São Carlos, vencedora da licitação no final de 2004. O projeto é custeado pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro) e deve ser concluído em agosto.

Paralelamente ou a partir da conclusão deste levantamento, a Semma começa a elaborar do Plano de Gestão Ambiental que vai definir o conteúdo da Agenda 21, com os direcionamentos das ações para discutir questões como os fundos de vale, recursos hídricos, arborização urbana, preservação de áreas verdes, parques entre outros praças.

Um dos problemas que deverão receber atenção especial é o das erosões. Bauru tem hoje 17 grandes erosões, algumas ameaçando, inclusive, estruturas residenciais. Todo este trabalho está sendo realizado em parceria com a equipe de geoprocessamento da prefeitura.

Outro projeto no qual a Semma já trabalha é o de gerenciamento de entulhos. Uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente dá prazo até julho deste ano para que os municípios implantem o Sistema de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

Atualmente, Bauru tem 53 locais de deposição irregular de entulhos, de acordo com levantamento feito pela própria secretaria nesta semana. “Todo este entulho terá de ser removido e destinado aos bolsões. Vamos fazer isso em conjunto com as secretarias das Administrações Regionais e de Obras”, diz Barbieri.

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