Isto é utopia. O Exmo. senhor presidente da República viajou sem estar a bordo da nova aeronave quando assinou este decreto. Concordo que, normalmente, a quantidade de medicamento prescrita pelos profissionais médicos nunca é a mesma da embalagem “oficial” do produto. Mas seria muito mais lógico e racional o senhor presidente da República, ao invés de obrigar as farmácias e drogarias a fracionarem os produtos através da Anvisa, obrigar ou orientar os laboratórios a produzirem e oferecerem os produtos de acordo com as quantidades tradicionais de prescrição.
Isso, além de solucionar o problema, não obrigaria o profissional de farmácia a se habilitar para mais uma função, o de fracionador de produtos, que por certo merecerá mais uma taxa a ser paga ao famigerado governo, além de ficar sem saber o que fazer com as sobras: se toma ou manda para o governo. Será que o lobby dos laboratórios no Congresso permitiria esta solução? Atenciosamente.
Omar Fayad - RG 3.587.661 - sócio-pagante da nova aeronave da presidência