Depois de deixar o município de origem, enfrentar desafios de adaptação e pelo menos quatro anos de estudo em universidades de Bauru, muitos profissionais formados acabam permanecendo na cidade.
Eduardo Dutra Rompa, 23 anos, é um exemplo. Ele confessa que quando começou a cursar artes plásticas na Unesp não tinha a mínima intenção de permanecer na cidade. Hoje, os planos do recém-formado são outros. Pretende fazer mestrado e encontrar oportunidades profissionais em Bauru.
A nutricionista Ângela Santiago da Cunha, 29 anos, também está criando raízes por aqui. Ela veio de Belo Horizonte (MG), estudou nutrição na Universidade do Sagrado Coração (USC) e se formou em 2000. Logo depois, arrumou uma vaga no mercado de trabalho.
“Eu tive oportunidade de ir embora, mas eu quis ficar aqui”, diz. Antes de terminar o curso de jornalismo na Unesp, Maria Paula Braga Morad, 24 anos, que é natural de Minas Gerais, foi contratada por uma empresa do mercado editorial.
Emprego
Mesmo com o canudo na mão e sem qualquer vínculo familiar em Bauru, decidiu ficar. “Como surgiu uma perspectiva aqui eu resolvi investir nisso”, diz a jornalista, que pensa em permanecer na cidade enquanto existirem oportunidades de crescimento profissional.