Todos os anos leio suas palavras e poesias em relação a sua filha Aninha, que neste ano completou 16 anos de partida, como foi publicado no Jornal da Cidade, no último dia 26.
Sempre entendi suas palavras e muitas vezes chorei ao ler seu relato de amor a sua filha. Parece que ano após ano o vazio, a falta e a dor são maiores.
Entendo ainda mais suas palavras hoje, pois perdi minha querida mãe, há apenas 9 meses. Tenho um vazio e uma saudade todos os dias de não tê-la mais por perto.
Josefina, que Deus lhe de sempre forças e fé e que continue sendo essa mãe cheia de amor que nunca esquece sua amada Aninha.
Miguel Daré