• Auditoria
Está definida a empresa que vai fazer uma auditoria geral na Emdurb, conforme ficou acertado durante o processo de discussão da abortada terceirização da coleta do lixo, em janeiro. Quem vai realizar todo o levantamento é a Fundunesp, uma fundação da Unesp, com sede em São Paulo, ao custo de R$ 76 mil. O preço é salgado. É de se esperar, no mínimo, um belo trabalho.
• Contas no DO
A Secretaria Municipal de Finanças adotou uma prática de publicação, no Diário Oficial (DOB), os extratos de movimentação bancária da prefeitura, o que colabora com a verificação real do comportamento de caixa. O DOB passou a disponibilizar em separado a conta movimento e a conta vinculada das receitas.
• Saldo real
A conta movimento informa as receitas de transferências da União e do Estado e de outras fontes, como impostos, com exceção dos repasses que precisam ser gastos em programas específicos, como educação, vigilância sanitária e programas epidemiológicos, estes lançados na conta vinculada. Agora dá para acompanhar os caixas em separado.
• 1 de abril
O prefeito Tuga Angerami (PDT) completou três meses de mandato ontem, data em que anunciou a reestruturação administrativa da máquina, com a fusão de secretarias e a eliminação de dezenas de cargos ociosos, com a consequente redução dos gastos com folha de pagamento. Calma, é 1 de abril.
• Outras ações
Para valorizar o servidor público, o Executivo ainda divulgou o Plano de Cargos e Salários do servidor, a proposta do novo Plano Diretor, a venda de terrenos ociosos e a simultânea criação do Fundo Municipal de Pavimentação para atacar o sofrido estado de ruas de terra na periferia. É 1 de abril.
• Planejamento
A brincadeira dos dois tópicos acima é uma espécie de lembrete dos vários compromissos de campanha que ainda precisam ser cumpridos. Claro que o governo está apenas no terceiro mês, ainda há muita tolerância, mas é hora de pelo menos se saber o que há em termos de planejamento de curto, médio e longo prazo.
• No “forno”
O DAE e os Correios estão finalizando a confecção do contrato que transfere a medição dos hidrômetros e a entrega das contas de Bauru para a estatal. O presidente da autarquia, José Clemente Rezende, afirma que faltam pequenos ajustes para que o acordo possa ser assinado.
• Sintonia
O vereador João Parreira (PSDB) disse que ficou satisfeito com o fato de a administração ter convencido a empresa de massa asfáltica Maripav a se instalar em Bauru. O tucano havia manifestado preocupação com a possibilidade da indústria escolher outra cidade da região para operar em razão das restrições burocráticas que encontrou no município.
• Itinerante
Mas o que foi levantado é que a empresa teria adquirido área em Bauru onde há restrição legal por proteção ambiental. Daí a necessidade de buscar alternativa no Distrito Industrial. Outro ponto é que a empresa deve operar por apenas dois anos, até completar a obra de duplicação da rodovia Bauru-Marília. Parece ser instalação itinerante.