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HB terá nova UTI pós-operatória


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A Secretaria de Estado da Saúde autorizou a liberação de R$ 530 mil para a reforma da unidade de tratamento intensivo (UTI) pós-operatória do Hospital de Base (HB), iniciada há cerca de 20 dias. Com o valor aplicado, a previsão é de que em quatro meses a obra seja concluída.

“Antigamente o HB fazia tudo (todo tipo de procedimento). Agora se especializou na urgência e emergência, que tem quatro áreas (ortopedia, neurocirurgia, cirurgia cardíaca e transplante). O paciente da UTI pós-operatória demanda atenção especial”, afirma o diretor-técnico da HB, Samuel Fortunato.

De acordo com ele, atualmente a UTI pós-operatória dispõe de 12 leitos, mas passará a ter 15. Já a UTI geral (que atende casos de derrame e infarto, por exemplo) passará de 15 para 12 leitos quando a reforma estiver finalizada, além dos seis já ofertados na UTI pediátrica. “O número de leitos é suficiente. Se houver necessidade, podemos colocar extras. Em qualquer local, a UTI pós-operatória é mais especializada”, acrescenta Fortunato.

Ele explica que os equipamentos da nova unidade serão de última geração. A central de enfermagem, por exemplo, fará o monitoramento de cada paciente e apresentará dados como freqüência cardíaca e pressão intracraniana. “Estamos fazendo a automatização do gerador. Acabou a energia, em oito segundos ele entra. Antes, dependia de um funcionário para acionar”, esclarece o engenheiro civil Salvador Aversano.

Ele informa que a nova UTI pós-operatória estará situada onde há dois anos funcionava a enfermaria pediátrica, transferida para o Hospital Estadual. O local, que dispõe de aproximadamente 950 metros quadrados, contará com piso de manta vinílica, material antibactericida. A estrutura física ainda prevê box individual para cada paciente e sala de espera para a família.

Para tanto já foram liberados R$ 200 mil, informa a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde. O restante dos R$ 530 mil só será depositado após vistoria técnica, cuja data não foi informada, mas será para breve. “A obra dispensa licitação porque a verba é carimbada e o Hospital de Base (cuja mantenedora é a Associação Hospitalar de Bauru) é filantrópico”, informa Fortunato.

Segundo ele, trata-se de uma reivindicação de dois anos, que recebeu o apoio do deputado Pedro Tobias (PSDB). O governo do Estado ainda analisa a liberação de mais R$ 1,2 milhão para a aquisição de equipamentos, informa a assessoria de imprensa da secretaria.

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Mutirão

Cerca de 61 mil pessoas foram atendidas em todo território paulista no mutirão de consultas, exames e cirurgias, considerado pela Secretaria de Estado da Saúde como o maior da história. Em Bauru, só nos hospitais mantidos pela Associação Hospitalar de Bauru (Hospital de Base (HB), Maternidade Santa Isabel e Manuel de Abreu), 48 pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) fizeram tomografia de crânio e coluna cervical, no último sábado.

Ultra-som renal, pélvico, de mama e de abdôme foram realizados 24 de cada tipo. A associação ainda procedeu 25 endoscopias que não estavam agendadas. Segundo a assessoria de imprensa da AHB, apesar dos números, não foi possível apurar se a demanda reprimida foi zerada, nem o total de faltosos, já que os agendamentos ficaram sob a responsabilidade da Direção Regional de Saúde (DIR-10).

Já no Hospital Estadual Arnaldo Prado Curvêllo, 60 dos 340 convocados faltaram. Outros 72 tiveram as cirurgias marcadas e os demais foram incorporados à rotina de atendimento.

Luciana La Fortezza

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