Filme-pipoca, filme de sessão da tarde, diversão para ver e esquecer, um filme que não vai marcar a sua vida... Pode-se classificar produções como “O Vôo da Fênix”, que estréia hoje em Bauru, de várias maneiras, mas uma coisa é inegável: é um filme divertido e ponto.
A produção é o remake de um drama homônimo de 1965, estrelado por James Stewart e dirigido por Robert Aldrich, baseado em livro de Trevor Dudley Smith. Dessa vez, a direção ficou a cargo do irlandês John Moore (“Além das Linhas Inimigas”).
No filme, o piloto Frank Towns (Dennins Quaid) sobrevoa o deserto da Mongólia para fechar um poço de petróleo falido e apanha a equipe de Kelly (Miranda Otto), demitida pela empresa que falhou em encontrar o ouro negro. Ao tentar atravessar uma tempestade, o avião cai no deserto de Gobi, deixando alguns dos passageiros vivos e muitos destroços.
O objetivo dos sobreviventes, a partir daí, passa a ser apenas sobreviver. A questão é se eles conseguirão provar a Frank que conseguem remontar o avião – assim como uma fênix que renasce das cinzas – e sair do deserto. Entre a perda da paciência e das forças, eles ainda terão de descobrir o que ainda resta de esperança dentro de cada um.
No final das contas, o que se salva mesmo são os bons efeitos especiais, a canastrice de Quaid, a presença de Giovanni Ribisi, sempre em destaque em qualquer papel, e a pipoca recém-estourada do cinema.