A feira deste ano está caprichada. Além de muitos livros legais, brinquedos e apresentações culturais fazem parte do evento. É tanta atração que só mesmo com a ajuda dos repórteres-mirins para ficar por dentro de tudo o que acontece.
Está um sucesso, não pára de entrar crianças. Os repórteres mirins do JC Criança deram um giro pela feira e entrevistou alguns dos visitantes. Todos da escolinha Serelepe de Agudos, por exemplo, compraram livro. Só a aluna Carla comprou 17 livrinhos! Puxa, isso é que é gostar de ler. A Bárbara de Fátima Rodrigues, 7 anos, comprou seis.
A expositora de uma das lojas da feira, Tatiana Fernanda dos Santos, diz que, em média, 1.500 crianças visitam a feira cultural todos os dias. Ela disse também que a cada ano ultrapassa o número de crianças, de escolas e de atividades culturais. E a tendência é a aumentar mais.
Tatiana Fernanda diz também que, dos livros expostos, a coleção mais procurada pela turminha é a da Turma do Tigre.
Já na banca de gibi de Bernado Ferreira de Santana Carvalho a garotada prefere os mangás (histórias em quadrinhos feitas no Japão).
"Fazendo Arte"
Pertinho da banca de gibis, está a oficina toda colorida “Fazendo Arte”. Cidinha Oliveira e sua filha Juliana Oliveira fazem brinquedos de todos os tipos de tecido. Na banca, além das bonecas, têm jogos da velha, aventais, chaveiros, dedoches e fantoches, dados e lápis. Todos os brinquedos ajudam as crianças a estudarem. Elas trabalham com essa atividade há dez anos e contam que dá bastante trabalho e que exigem muito cuidado. De tudo o que tem na oficina, os fantoches são os que as crianças mais gostam. Eles são divertidos e muito lindinhos.
Na oficina “Fantasia Brinquedos” há vários brinquedos artesanais, pedagógicos e educativos, CDs infantis e fitas de vídeo. Dentre os brinquedos, a casinha de bonecas é um dos destaques. Ela ajuda a trabalhar a parte de socialização da criança com a família e amigos. Jogos matemáticos, dama, xadrez e tangram são outras opções para um bom entretenimento. “Esses são brinquedos que fazem a criança participar e não somente sentar e brincar. Desperta a curiosidade”, comenta a vendedora da oficina, Lucilena.
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Lançamento de livro
Na segunda-feira, dia 18, o design gráfico, publicitário, professor e ilustrador, André Petraglia, vai lançar sua primeira ilustração em livro infantil e falou sobre lançamento com exclusividade para o JC Criança. O conto chama-se “Querubim e as crianças aladas”. André já havia ilustrado outros livros para adultos, inclusive a coleção do autor Luís Vítor Martinello.
“É muito gratificante quando se trabalha com criança, pois precisa colocar desenhos interessantes para realmente agradá-las”, comenta o ilustrador. André diz que é diferente ilustrar para crianças porque tem que pensar como criança. Sua inspiração veio de autores como Ziraldo, Mauricio de Sousa e Walt Disney.
Ele diz também que pretende ter outras experiências com ilustração de livros infantis, inclusive lançará outro livro chamado “Brincando com as consoantes”, da mesma autora de “Querubim e as crianças aladas”.
Das quatro profissões, André diz que não tem uma preferida. Gosta de todas elas por serem relacionadas à comunicação. Decidiu que iria trabalhar com desenho aos 15 anos, mas aos 3 anos gostava de desenho. “Quando ia à mercearia com minha mãe, em vez de querer doces preferia uma caixa de lápis-de-cor”, conta.
Repórteres mirins: Amanda Padovan, Gabriela Rocha Oliveira, Mariana Raquel da Cruz Vegian e Mayara Gonçalves.
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Dança
Segunda-feira, dia 18, os grupos de dança da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Bauru), o Dança Taiga, o Nósdança, o DEA e a Academia Sigma vão se apresentar às 20h. Tem estilos para todos os gostos. Para ir imaginando como será, confira a entrevista com o grupo Nósdadança:
Repórteres mirins JC Criança: Dançar é só uma questão de gostar? Nósdadança: Não, dançar não é só gostar, mas sim uma tarefa de dedicação e esforço.
JCC: Vocês acham que a dança pode de se aprimorar? Nósdadança: Sim, pois a dança é uma tarefa que exige muito de si próprio.
JCC: Vocês têm um projeto que leva a cultura da dança as pessoas carentes? Nósdadança: Sim, pois a dança ajuda no desenvolvimento e no equilíbrio das pessoas.
JCC: Homem dançar é deixar a masculinidade de lado? Nósdadança: Não, para mim isso é preconceito.
JCC: Qual o tipo de dança que vocês irão apresentar? Nósdadança: Dança contemporânea.
JCC: A aprsentação é de graça? Nósdadança: Sim, é de graça e para todas as idades.
Repórteres mirins: Amanda Padovan, Caio Henrique Ribeiro e Mayara Gonçalves Ribeiro