A telefonia móvel no Brasil teve um crescimento explosivo. No início de 2004, o País tinha 46,4 milhões de celulares e fechou o ano com cerca de 67 milhões, uma expansão anual superior a 45%. Para este ano, a previsão é de um crescimento em torno de 30%. Um dos ingredientes mais fortes dessa receita de sucesso é que com um celular é possível se comunicar com outra pessoa de qualquer lugar a qualquer hora.
Mas várias regiões do Brasil ainda sofrem com "sinal fraco" dos aparelhos celulares. Sem ele, o proprietário do aparelho e assinante da operadora não pode efetivar a comunicação.
Moradores de Paulistânia, Cabrália Paulista e Reginópolis estão entre os que reclamam do sinal ruim.
As torres nem sempre atendem as necessidades. Os municípios localizados em regiões mais baixas são os que mais sofrem.
A instalação de uma torre, segundo a operadora TIM, está condicionada a estudos de viabilidade técnica e econômica.
A operadora Vivo informa que o Termo de Autorização para prestação de Serviço Móvel Pessoal no Estado de São Paulo, firmado com a agência Nacional de Telecomunicações, estabelece metas de abrangência com a obrigatoriedade do atendimento de distritos e sede de municípios com mais de 30 mil habitantes, que já foram cumpridas e superadas.
A partir de estudos de condições técnicas e econômicas, a empresa pode eventualmente atender municípios que estejam fora desta faixa populacional, conforme plano de implantação de equipamentos estabelecido em cronograma anual.
Para a Claro, a região de Bauru é fundamental dentro do plano estratégico de atuação da empresa.