Cultura

JC busca histórias de mães e filhos

Da Redação
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Emoções, alegrias, experiências e histórias de vida. São esses aspectos do relacionamento de mães e filhos que busca o concurso cultural do Jornal da Cidade em comemoração ao Dia das Mães. Com o tema “Mães e Filhos, a melhor história do nosso mundo”, o concurso é parte da campanha publicitária lançada na semana passada e que já vem sendo veiculada diariamente no JC.

O concurso de histórias é aberto à comunidade de Bauru e região, e a participação é livre tanto para mães quanto filhos que queiram contar suas histórias de vida. A campanha institucional e o concurso foram criados pela jornalista Mila Fabris, da agência Image Maker, em parceria com Jacqueline de Castro, do departamento de artes do JC, com direção geral de Renato Zaiden.

Os anúncios da campanha buscam valorizar o papel das mães na vida dos filhos com frases que abordam situações do cotidiano e se traduzem em fortes referências e boas lembranças, como “Colo de Mãe - o melhor lugar do nosso mundo”, “Vida de Mãe - o melhor exemplo do nosso mundo” e “Palavra de Mãe – o melhor conselho do nosso mundo”, entre outras.

Mila destaca que a relação entre mães e filhos é sempre rica de histórias e de emoção, e a idéia do concurso surgiu da vontade que as pessoas têm de compartilhar suas experiências de vida. “São tantas situações de alegrias, dramas, separações e encontros e já temos tão poucas oportunidades de compartilhá-las, que decidimos que o Jornal da Cidade poderia promover essa oportunidade”, comenta.

Segundo Mila, o tema do concurso integra a campanha publicitária “Mães e Filhos, a melhor história do nosso mundo” para que a iniciativa não tivesse apenas caráter comercial, mas também se ampliasse e atingisse todos os leitores. “É uma forma de homenagear as mães e também de incentivar as pessoas a escreverem suas histórias”, observa.

Na opinião de Joaquim Simões, escritor, poeta e membro da Academia Bauruense de Letras, o hábito da leitura é muito importante como incentivo aos novos e também experientes escritores, já que o ato de escrever está diretamente relacionado à leitura. “A pessoa só se incentiva a escrever quando lê e quando consegue quebrar a inibição, se desbloquear para começar a escrever. Quando ela descobre o prazer de escrever, ela consegue interagir emocionalmente com o ato de escrever e se aprofundar”, comenta.

Simões ressalta que a orientação mais importante aos escritores é trabalhar com incentivo. “Deve-se fazer da escrita uma representação do seu próprio mundo, das suas histórias. O concurso não deixa de ser um estímulo, porque a pessoa sente que terá sua escrita reconhecida, é uma oportunidade de mostrar o que ela produz e o que ela é”, diz o escritor.

Regulamento

O concurso cultural é aberto a todos os leitores do JC e público em geral, sem limite de idade. As histórias podem ser entregues até o dia 5 de maio na sede do JC, na rua Xingu, 4-44, ou pelo site www.jcnet.com.br. A entrega obrigatoriamente deve conter a ficha de inscrição com nome, RG, endereço, telefone e CEP do participante.

As histórias podem ter no máximo duas páginas de 20 linhas cada (2.880 caracteres). Os textos serão julgados por dois editores do Jornal da Cidade e três escritores indicados pela Academia Bauruense de Letras. As dez melhores histórias serão publicadas no JC, acompanhadas da foto da mãe e do filho, e as três melhores serão premiadas. O resultado será divulgado no dia 7 de maio.

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