O corpo do policial militar Edegar Santos da Silva, 37 anos, foi encontrado com um tiro no peito ontem pela manhã num terreno baldio, situado nas imediações da quadra 1 da rua Pelegrino Bruni, no Núcleo Habitacional José Regino. O local fica a cerca de 80 metros da casa onde Silva morava com a mãe. Segundo a corporação, ele teria cometido suicídio com a arma da Polícia Militar (PM).
Ele foi localizado já sem vida por um popular que passava pela via pública, mas desde a madrugada de ontem era procurado pela mãe, informa comandante interino do 4.º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPMI), major Pedro Baptista Lamoso. De acordo com ele, Silva foi morar com a mãe após separar-se da esposa.
“Ele saiu de casa ontem à noite, por volta das 22h, para fazer uma caminhada pela redondeza. A mãe dele achou estranho ele não voltar até as 24h e ligou para o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom)”, informa Lamoso. Segundo ele, acionados, os colegas o procuraram em casas de amigos, hospitais e Corpo de Bombeiros, mas não o localizaram.
Pela manhã, quando iniciaram as buscas nas imediações da residência da mãe dele, a polícia foi informada de que um munícipe havia avistado um corpo naquela região. Os companheiros de corporação o reconheceram. A Polícia Científica foi acionada e o corpo dele encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Silva trabalhava há 16 anos na PM. “Ele sempre trabalhou no setor administrativo. Era bem querido e sempre teve um bom comportamento. Tinha personalidade introspectiva”, explica Lamoso. Ele deixa uma filha de 14 anos.