Política

Clemente vai ao TCE conhecer projeto de auditoria eletrônica

Da Redação
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O presidente do Departamento de Água e Esgoto de Bauru (DAE), José Clemente Rezende, e a Diretora da Divisão de Assuntos Jurídicos da autarquia, Carla Cabogrosso Fialho, estiveram anteontem em São Paulo em audiência com o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Cláudio Ferraz Alvarenga, para conhecer o projeto de auditoria eletrônica dos órgãos públicos que será implementado a partir do próximo ano.

A partir desse projeto, as auditorias anuais realizadas nas contas públicas vão ser feitas, em sua maior parte, com base em relatórios e informações que devem circular de forma eletrônica entre os órgãos, inclusive na Internet. Segundo a assessoria de imprensa do DAE, Cláudio Alvarenga elogiou a iniciativa local de disponibilizar, via Internet, tanto a movimentação financeira quanto o andamento dos processos administrativos da autarquia e recomendou o procedimento para os demais órgãos públicos municipais.

O presidente do TCE apoiou também a implementação do pagamento digital e do pregão eletrônico no DAE, que estão em fase de treinamento para futura execução e destacou: “O administrador público moderno deve se preocupar com a informatização e a qualidade do serviço público”.

Ao conhecer o projeto de Auditoria Eletrônica dos Órgãos Públicos (AUDESP), Clemente soube que este terá o objetivo de fornecer aos órgãos de fiscalização do TCE, na Capital e Interior, um banco de dados com informações e conteúdos padronizados e atualizados, principalmente sobre a sua contabilidade.

Para Clemente, o DAE deve se antecipar e se adequar às novas tecnologias para manter as contas públicas dentro do enquadramento. O Tribunal de Contas de São Paulo é responsável pela fiscalização contábil, financeira orçamentária, operacional, e patrimonial do Estado de São Paulo e dos municípios, exceto da Capital.

Em meados de 2003, o Comitê de Tecnologia da Informação do TCE/SP começou a trabalhar no projeto Audesp. Estão sendo feitos levantamentos de problemas, coletas de dados e reuniões. Essas fases auxiliarão o tribunal na decisão da modelagem do programa, cita a assessoria do DAE. As informações constantes do banco de dados, resultante desse processo, serão também disponibilizadas, via Internet, ao público em geral.

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