A CPFL esclarece ao leitor Geraldo Antonio Bérgamo, que teve sua carta publicada nesta coluna na edição de 26 de abril, que o legado da privatização foi o afastamento do risco de apagões iminentes devido à injeção de recursos privados na modernização das usinas de geração, na transmissão e na distribuição de energia elétrica. Esclarece, também, que a energia elétrica no Brasil, ao contrário que supõe o leitor, é uma das mais baratas do mundo e que o que pesa sobre as tarifas são os encargos embutidos por conta dos vários tributos cobrados na tarifa. Tributos esses que são recolhidos na fonte, pela empresa privada, no lançamento da fatura, ou seja, antes mesmo de o consumidor efetuar o pagamento. O órgão responsável em fiscalizar o setor elétrico, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), compara os serviços prestados pela CPFL aos dos países do Primeiro Mundo. A CPFL entende, porém, que o leitor se baseou em informações incompletas, extraídas de um relatório complexo que deixou de informar, por exemplo, que uma lâmpada queimada é trocada em até 24 horas, não permanecendo apagada por 30 dias, como sugere o texto. Assim como o leitor, a CPFL acredita na Justiça e espera um desfecho breve para o caso e antecipa que, em nenhum momento, a empresa deixará de dar o atendimento digno que a população de Bauru merece, fornecendo energia elétrica com qualidade e eficiência, mesmo estando sem receber qualquer pagamento da Prefeitura pela iluminação pública há vários anos. É um compromisso da CPFL assumido com a população de Bauru. (Assessoria de Imprensa da CPFL - e-mail: jornalismo@cpfl.com.br)
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