Dentre todas as doenças respiratórias de origem alérgica, a asma é uma das mais preocupantes em termos de saúde pública. Trata-se de uma doença crônica em que os brônquios (estruturas responsáveis por absorver oxigênio) perdem parcialmente suas funções, causando tosse, aperto e chiado no peito e falta de ar.
Estima-se que a asma afete até 20% da população. Quase sempre está associada à rinite e, se não for tratada adequadamente, pode matar. A crise de asma faz com que o doente perca sua capacidade de respirar. O peito começa a chiar e contrair, o fôlego fica curto, e o ar não chega aos pulmões em quantidade suficiente para oxigenar o organismo.
O tratamento baseia-se no uso de medicamentos antiinflamatórios e broncodilatadores inalatórios. Entre as principais causas de morte por asma estão a baixa percepção da gravidade da doença, o que resulta em um tratamento retardado ou inadequado.
Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo do governo com a nova política de atenção aos portadores de doenças respiratórias é oferecer tratamento precoce à doença para evitar que o quadro se agrave.