Tribuna do Leitor

PULHAS....


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... Por ser o brasileiro, na sua imensa maioria, de formação cristã e boa fé, sendo o nosso País de inesgotável beleza e incomensurável riqueza, a realidade retrata com imensa tristura para todos nós, pessoas probas e que primam pelo sentimento cívico e desalento em razão dos contínuos desmandos, cujas raízes são fragmentadas, remontando, a bem da verdade, diria há séculos, com acentuado agravamento nos últimos decênios e da forma mais sórdida.

Em nosso paradisíaco Brasil, instalaram-se bandalhos de toda ordem e nacionalidades e cuja incompetência, engodo e retórica são uma constante. O entorpecimento mental das nossas “outoridades” públicas no cumprimento das suas comezinhas obrigações, salvo raras exceções, é presença marcante, diga-se de passagem, tornando-se marca registrada, estando eles voltados aos interesses subalternos, ambições políticas, casuísticas, num emaranhado de improbidade de toda ordem e categoria de todos os setores da vida pública, em conluio com os mandatários do denominado primeiro mundo, servindo de meros lacaios. Os motivos das “medidas” acima citadas impediram, até o presente, um programa em ação, em prol da coletividade, levando o nosso País a se aprofundar mais e mais na miséria... Canalhas!

As leis são inúmeras em todos os âmbitos e as siglas em profusão; entretanto, na prática, nada de concreto é realizado e o povo arca com tudo. Nós pertencemos e somos remanescentes de uma rara espécie intitulada “idealistas- nacionalistas” e, apesar dos baldados esforços, continuaremos coesos, aglutinando forças para darmos seqüência à nossa luta.

Enquanto a sociedade brasileira está agonizante e atascada numa crise sócioeconômica sem precedentes na história do nosso País. A malversação do dinheiro público é uma constante, sem um mínimo de pejo, denegrindo a imagem da pátria no Exterior. Faltam-nos homens, na genuína acepção da palavra, para dirigir este “gigante anestesiado” e conduzi-lo ao seu verdadeiro e glorioso destino - aos píncaros do Universo.

Reiterando que possuímos um tesouro inigualável e único, dádiva do Criador, Nosso Mestre e Senhor e que está à mercê dos inescrupulosos, vis exploradores, com agravante da cumplicidade “daqueles” que têm a obrigatoriedade moral, cívica e material de defender e resguardar o solo pátrio e que, para tanto, são regiamente subsidiados com mordomias de toda ordem, fazendo da nação, em relação ao povo, uma simples pocilga... Canalhas! (Arthur Monteiro De Carvalho Netto - jornalista - MTB 24.444)

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