Tribuna do Leitor

Minha mãe é demais...


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São tantos momentos de luz eternizados pela doçura, meiguice, carinhos, dificuldades (como doenças, credos, raças e poderes diferenciados em amar), na forma expressiva de expressar a importância na formação do caráter do ser humano e o presente idêntico de ser na Terra ou no Universo a glória abençoada em ser mãe...

Caminhos dos frutos, dos frutos pelas sementes da luz que brotarão a inteligência do ser dos meios de comunicação da humanidade, na paz carente da realidade vivida pela ignorância da política, na proteção da reza da mãe no expoente da perfeição em buscar no futuro o silêncio dos inocentes num olhar infinito e verdadeiro...

Minha mãe é demais... no silêncio de suas palavras, que traz no seu olhar protetor os caminhos seguros da certeza nas conquistas da formação intelectual da profissão destino, embaladas pelas dificultosas incertezas descobertas e lutas na vida... assim como com seu sorriso, que afaga as desculpas das incertezas de dar num abrigo aconchegante a tentativa da educação, que torna difícil a escolha no sistema caótico de uma justiça formada pelas leis dos injustos, que domina a incerteza de uma grande conquista nos meios das igualdades.

Minha mãe é demais... pela carência de cultura, pela cor da pele, pelo grau de formação, pelo poder aquisitivo, pela inocência das palavras e olhar, pelas lágrimas nas dores e alegrias, nas referidas fases de minha vida... obrigada por tudo... pela permanente dedicação. Adoro você. (Antonio Donizete Ribeiro de Campos - RG 9.282.898)

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