Rotas de tropeiros que iam em busca do ouro a caminho de Goiás e Minas Gerais, as oito cidades que compõem o Circuito das Águas Paulista têm suas peculiaridades mas também muitas semelhanças.
Das oito cidades, seis são consideradas estâncias hidrominaerais devido as suas fontes naturais de água mineral.
São elas: Águas de Lindóia, Amparo, Monte Alegre do Sul, Serra Negra e Socorro. Pedreira e Jaguariúna, apesar de não serem estâncias, possuem rios, cachoeiras e até mesmo fontes de água mineral como a Santa Úrsula, em Jaguariúna.
Localizadas na Serra da Mantiqueira, umas mais ao alto, outras em vales e outras aos pés da Serra, as oito cidades têm em comum o clima ameno de montanha, com temperatura média que varia de 20ºC a 25ºC, ar puro e toda tranqüilidade propiciando ao descanso e ao relaxamento.
Mas engana-se aquele que pensa que visitar o Circuito das Águas Paulista é sombra e água fresca. O roteiro é muito mais extenso e agitado. Nas oito cidades que integram o circuito é possível radicalizar com 22 modalidades de esportes de aventura.
E ainda aprender mais sobre a história do Brasil in loco nas fazendas que no passado abrigavam sinhás e escravos; sentir-se como um sentinela vigiando as tropas inimigas na fronteira dos Estados Minas Gerais e São Paulo; ordenhar vacas e ovelhas; acompanhar a produção artesanal de queijos, vinhos, cachaças e claro beber muita água mineral direto da fonte.
Por qualquer das cidades do Circuito das Águas Paulista que se circule a história do Brasil está muito bem retratada na arquitetura dos casarões, das igrejas e nas fazendas de café, que dominaram a região desde o período áureo da produção cafeeira até seu declínio em 1929.
* Colaboração: Acampamento Pumas e Peralta, Egom, Ponto e Vírgula e Aegm Assessoria