A coisa “tá brabaâ€. Escândalos e mais escândalos nos dão conta que o vírus da corrupção grassa violentamente entre aqueles que deveriam ser os reais representantes do povo nos três poderes. Especialmente Executivo e Legislativo.
Há um horrível cheiro de pestilência no ar, contaminando tudo. No trato da coisa pública, o normal é a rapinagem escancarada. Salvam-se as inefáveis, raras e honrosas exceções. Faz-me lembrar o saudoso Sérgio Porto que, sob o pseudônimo de Estanislau Ponte Preta, produziu a expressiva obra “Festival de besteiras que assola o paísâ€. Onde rotula cada deputado federal com a sugestiva abreviatura: depufede.
Hoje, mais que nunca o mau cheiro de podridão invade nossas narinas. Depufede, cara-pálida. E como!!! (Manoel Porfírio Rocha Filho - OAB 12.989/SP)