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Entidades querem Poupatempo na Cati

Rose Araujo
| Tempo de leitura: 3 min

A instalação do Poupatempo no galpão onde hoje funciona o núcleo de produção de sementes da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) ganhou forças ontem, com o apoio de representantes de entidades de classe de Bauru. Em reunião realizada à noite na sede do Sindicato da Habitação de Bauru (Secovi), os participantes redigiram um documento ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) indicando o prédio como o melhor local para o funcionamento do órgão de atendimento à população.

O objetivo é mostrar que a sociedade apóia a iniciativa e entende que a utilização do galpão como sede do Poupatempo vai trazer uma série de benefícios para a cidade.

No encontro, que contou com a participação de representantes da área de comércio, serviço e indústria, foi ressaltado que a escolha do prédio do posto de sementes da Cati vai criar uma situação positiva para o município. “Nós estamos empenhados na revitalização da área central e a instalação do Poupatempo neste local (galpão da Cati) viria ao encontro da nossa expectativa, que é atrair as pessoas novamente para a região central”, destacou Riad Elia Said, diretor-geral do Secovi, na abertura da reunião.

Técnicos do governo do Estado estiveram na cidade nos últimos dois dias visitando diversos pontos que poderiam servir de sede para o posto de atendimento à população. O local mais bem cotado foi justamente o prédio da Cati.

O vice-presidente da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Bauru (Assenag), Veríssimo Barbeiro, que compareceu ao encontro representando o deputado estadual Pedro Tobias (PSDB), ressaltou que a localização do galpão é vantajosa não só para a população de Bauru, como também para os moradores da região. “O Poupatempo de Bauru terá uma característica regional. Seria muito importante que ficasse próximo ao Terminal Rodoviário”, frisou.

O secretário municipal do Planejamento, Izidoro Schafranski Neto, completou lembrando que aquela região é servida por diversas linhas de ônibus municipais, o que favorece o fluxo de moradores de vários pontos da cidade. “Já existem diversos ônibus que circundam aquela área e outras poderão ser readequadas para atender a demanda no local”, salienta.

O representante do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), regional Bauru, José Roberto Benjamin, sugeriu aos participantes que fosse feito um levantamento apontando o que seria necessário fazer para adequar o galpão à instalação do Poupatempo. No entanto, Barbeiro destacou que isso nem seria necessário, já que a iniciativa partiu do próprio Alckmin. “Isso já está sendo analisado pelos técnicos do governo”, reforçou.

De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Walace Garroux Sampaio, todas as forças comungam num mesmo sentido. “O Estado quer trazer o Poupatempo, a prefeitura deseja receber o posto de serviço e a sociedade está empenhada em revitalizar a área central da cidade, local tido como o mais indicado para o órgão. É um conjunto de elementos favoráveis.”

O presidente da Assenag e vice-presidente do Sindicatos dos Engenheiros de Bauru, Marcos Wanderley Ferreira, salientou que seria importante oficializar essa conjunção de idéias para fortalecer o desejo da sociedade.

Os presentes decidiram, então, pela elaboração de um documento que demonstrasse ao governador a opinião de representantes da sociedade sobre a instalação do Poupatempo.

Também estiveram presentes à reunião o presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru (Acib), Cássio Carvalho; o diretor de setor imobiliário do Secovi, Fernando Pegorin; o gerente de produtos editoriais do JC, João Jabbour (representando a diretoria do jornal); o representante do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci), regional Bauru, Roberto Lima; Claudia Sales, diretora do Secovi, e Leilane Figueiredo Strongren, delegada do Sindicato dos Corretores de Seguro de Bauru.

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