A Unidade de Transplantes de Medula Óssea da Cooperação Hemonúcleo Regional de Jaú, da Fundação Amaral Carvalho e o Hemocentro Botucatu/Faculdade de Medicina (Unesp), chegaram à marca de 500 transplantes de medula óssea.
Em oito anos e dez meses de atividades, as unidades atenderam pessoas de 21 Estados, dentro das premissas que norteiam o Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo a assessoria de imprensa do Amaral Carvalho, foram 324 transplantes alogênicos entre indivíduos não aparentados, 163 transplantes autólogos e 13 transplantes entre indivíduos não aparentados, cujo tratamento só foi possível graças a doadores voluntários inscritos em bancos de todo o mundo. Cinco pacientes utilizaram, como fonte de células, sangue de cordão umbilical, dois deles procedentes de banco público brasileiro, no Instituto Nacional do Câncer (Inca).