Juntamente com outros bauruenses e visitantes, tenho ficado horrorizado com as barbaridades, barbeiragens, aberrações, desrespeito, cinismos, entre outras manifestações de nossos “motoboys”. Reconheço, como quase todo mundo, a utilidade e a necessidade dos seus serviços, porém acredito estarmos diante de uma falta de qualificação de valores e acho necessário e urgente que se faça um eficaz posicionamento de nossa sociedade à esses trabalhadores:
1. Nossas calçadas são para pedestres, não motovias e muito menos estacionamento de motos.
2. Nossos ouvidos não são capitadores de suas insuportáveis acelerações e “pipocos”.
3. Como veículos motorizados, devem obedecer placas de sinalização, semáforos e, principalmente, mão de direção de nossas ruas e avenidas.
4. Não há necessidade de “entrar” com suas motos nos estabelecimentos. A moto já é um veículo prático. Pode-se parar em outro local que não seja a porta da entrada de um estabelecimento e nem em frente a escadarias.
5. Nossos espelhos retrovisores não são alvo a ser destruído.
6. Faixas de pedestres são para “pedestres” e não local de parada para motos que aguardam a abertura do semáforo.
7. A luz amarela/vermelha que aparece para a via transversal em que estamos é para que aqueles veículos parem e não para que nós avancemos.
A nossa permissividade tem provocado uma escalada próspera e vertical na falta de educação e falta de civilidade em pessoas mais afoitas e que estão sempre com pressa para chegar não sei onde.
Marco Labão - RG 8.219.543