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Desarmar quem?


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Marca registrada de todo regime totalitário, o desarmamento da população civil sempre foi contraproducente. Citamos como exemplos: Cuba, Inglaterra, Austrália, Japão, Canada. Hitler em um de seus calorosos discursos disse: “ Este ano entrará para a história. Pela primeira vez, uma nação civilizada possui controle total de suas armas. Nossas ruas estarão mais seguras e nossa polícia mais eficiente. O mundo seguirá nossa liderança rumo ao futuro”. A conseqüência, todos sabemos, agora parece que chegou nossa vez. Em terras Tupiniquins repete-se a história, mas qual o motivo? Segundo um historiador romano: “ Quanto mais corrupto um governo, mais leis contra a posse de armas” (Trad. M. Grant 1956 - The Annals of Imperial Rome). O leitor de O Globo online, Sidney Cardoso, em 23 de junho de 2005, assim escreveu: “Com que moral este governo vem fazer campanha de desarmamento? O ex- ministro José Dirceu, ao passar o cargo a Dilma Roussef, refere-se a ela como‘minha camarada de armas’. Ao voltar para a Câmara dos Deputados, em seu primeiro discurso, diz: ‘Quando eu lutava de armas na mão...”. Caros leitores, o hábito de portar, possuir ou de ao menos manejar uma arma de fogo ainda hoje faz parte do cotidiano do citado ex- ministro, basta lembrar de uma matéria publicada na revista Veja, na coluna Radar, em 07/03/2005, sob o título: Um Ministro bom no gatilho - in verbis - “José Dirceu descobriu há algum tempo um novo modo de relaxar - embora deteste que se faça propaganda disso. Está, é sério, praticando tiro ao alvo. (Não, não é ‘tiro ao Aldo’, é ao alvo mesmo). Para auxiliá-lo no ‘esporte’, que costuma praticar de manhã, antes de sua jornada no Palácio do Planalto, foi convocado um atirador do Exército. Ou seja, Povo Brasileiro, “ faça o que eu mando e, não faça o que eu faço”, entregue sua arma, o bandido agradece.

O autor, Eric José Ventorim Rubiale, é coordenador estadual/ES - 27- 9913-4705 - ONG - Movimento Viva Brasil

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