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Exportação é próximo passo


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A exportação dos bordados, na opinião do presidente do Sindicobi, Eliézer Turco, ainda é muito pontuais. “Estamos engatinhando nesse setor. Tem empresas que exportam, já tivemos mais força. Trabalhamos muito com os nossos vizinhos na América do Sul. Temos um concorrente forte, além da nossa burocracia interna. A China é muito forte no segmento têxtil.”

Ele enfatiza que o produto de Ibitinga tem a cara do Brasil. “É o nosso diferencial. Nosso produto tem a nossa cara, a do Brasil. Claro que a gente está antenado com o que está na moda. Não podemos continuar fazendo enxoval como se fazia há 30 anos. Hoje, as jovens não passam 15 anos fazendo enxoval.”

Assim como as roupas, o enxoval, na opinião dele, é moda. “Tivemos que mudar conceitos de produção, de desenvolvimento de produto. O nosso segmento não estava acostumado a isso. Hoje, o enxoval é feito em pouco tempo até porque de um ano para outro mudam as cores, modelos etc.”

Escola Técnica

Para obter um produto final de qualidade com toques diferentes é preciso que a mão de obra seja especializada, explica o sindicalista.

“É uma batalha nossa. Queremos um produto de melhor qualidade para agregar valor a ele. O sindicato fez parcerias com o Senai e Sebrae. Estamos buscando uma escola técnica. Queremos uma escola técnica da Paula Souza.”

Ele explica que a indústria do bordado não tem vagas de nível salarial alto. “Precisamos de qualificação intermediária. Pretendemos trazer a escola da Paula Souza e um centro de treinamento do Senai.”

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