Esportes

Saudade: Celso Lamônica: classe e garra

Leonardo de Brito
| Tempo de leitura: 1 min

Celso Lamônica, falecido dia 9 do corrente, aos 66 anos de idade, foi um dos melhores jogadores de futebol de Bauru. Esbanjava classe e garra, se destacando em várias clubes amadores. Não deu muita importância em se tornar profissional, embora tenha jogado no BAC e no Lençoense, que disputavam a Terceira Divisão na década de 60.

Celso, moço disciplinado dentro e fora do campo, passaria por um período de testes no Palmeiras, não fosse uma lesão no joelho. Ele atuou em todas as posições da defesa e meio-campo - só não foi atacante, portanto. Sua maior fase foi no timaço do DER (Departamento de Estradas e Rodagem), um dos melhores clubes da história do nosso futebol amador, atuando como médio-volante.

Celso Lamônica começou a se destacar no início dos anos 50, no Caçula, que perdeu para o Baquinho de Pelé, na decisão do título infanto-juvenil da cidade. Essa final foi revivida 23 anos depois, também no campo do BAC, e Celso voltou a marcar o Rei do Futebol.

Em 1984, Celso Lamônica teve um problema cardíaco, mas que não o impediu de encerrar a carreira. Sua última atividade foi em 1987. Depois, trocou o futebol competitivo pelo de lazer, entre os veteranos do BAC, clube onde exerceu vários cargos, entre eles de diretor social e coordenador esportivo. Celso foi também um supercraque do futsal.

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