A diretora do Sindicato dos Servidores Municipais (Sinserm) Eliana Martins explica que ainda não é possível fazer uma avaliação da fusão de serviços entre a Tec Seg e a Beneficência Portuguesa.
Ela comenta que os servidores reclamam do plano de saúde mesmo após a assinatura de três Termos de Ajuste de Conduta (TAC), formalizados no ano passado. O Ministério Público foi acionado pelo Sinserm para intermediar uma solução. “O atendimento que é feito ao servidor não é bom. Até do Pronto-Atendimento da Beneficência teve reclamação”, afirma a sindicalista.
O diretor administrativo da Tec Seg, Rodrigo Vera, lembra que, nos dois últimos anos, a empresa teve problemas no convênio com a Prefeitura de Bauru que culminaram nos TACs. “Esse inquérito foi arquivado no começo deste ano e não existe mais”, explica.
Segundo o secretário municipal da Administração, Fernando Ferreira Jorge, nos últimos dois meses não houve reclamações contra o convênio médico. “As solicitações do sindicato (Sinserm) foram atendidas pela Tec Seg”, afirma.
Martins lembra que o convênio é pago pelo servidor municipal, que tem 4% descontados em folha de pagamento.