Regional

Sem preservação

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 1 min

A antiga Estação Ferroviária de Piratininga, inaugurada em 1905, não foi preservada como marco da história do município. Atualmente, ela abriga uma empresa de fabricação de produtos infantis, o Banco do Povo e uma loja de artesanato.

A estação, localizada logo na entrada da cidade, destoa do contexto, apesar de estar muito próxima da rota dos turistas: fica a 100 metros do clube Águas Quentes e pouco antes da Praça dos Turistas.

A praça também está com alguns sinais de depredação, tem pichações e o mato já demanda um bom corte. O coordenador de turismo da cidade, Paulo Coimbra, prevê para o futuro, algumas mudanças. Ele acha que um museu completaria o contexto no local. “O turista começa o passeio pelas Águas Quentes, passa no museu e visita a Praça dos Turistas.”

Para a entrada da cidade também está programada a construção de uma base comunitária da Polícia Militar. “Estamos acertando os detalhes para início das obras.”

O velho Cine Omar, inaugurado em 1959, continua fechado desde o início da década de 80. Foco de desenvolvimento do município nas décadas de 60 e 70, ele não resistiu à expansão da televisão e do videocassete.

A sala, com capacidade para 650 pessoas, poderia abrigar um teatro, como sonha Ricardo Farha, um dos herdeiros e proprietários, com o que concorda o coordenador de turismo de Piratininga.

A localização do matadouro municipal é mais um ponto a ser modificado. Está bem na entrada da cidade e, para Coimbra, removê-lo é outro desafio.

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