Vergonha nacional. O que pensar sobre o destino do Brasil se o (destino) do povo brasileiro viaja mundo afora em jatinhos supersônicos, que de tão irônicos nos deixam atônitos. Pois este é o destino desta nossa desumanidade que na sua insanidade de sociedade de poetas mortos deixam-nos apenas o legado de como aprender com a desonestidade a cometer atrocidades, em Brasília ou qualquer outra cidade. Pouco importa.
O que importa é se importar em importar com o que não se importa. Pois o mesmo está à nossa porta, seja no Banco do Brasil, Banco Central, na Casa da Moeda, nos paraísos de evasão de divisas, mas o ponta-pé inicial tem que ser de lá, do Planalto Central. Senão, não vale... O que vale é o vale que você faz valer quanto pede adiantado alguns minguados de seu pouco, parco e porco salário. Isto sim é hilário. Porém, entretanto, todavia, contudo, o show tem que continuar...
E nós, o público- alvo de um circo onde os palhaços nem sabemos se o somos, já que nos tornamos a lona que reveste o picadeiro ou picareteiros com as mais altas grifes do mercado internacional, é claro! E os domadores que nos açoitam são exatamente aqueles que lá os colocamos para nos comandar e como corretamente deveríamos andar. Mas pela carruagem, sei não...?
Os exemplos aí estão na telinha, telona ou radinho de pilha, e nos detona a cada instante com fontes e fortes indícios de informações desconexas para que não tenhamos mesmo a capacidade de raciocinar sobre os atentados terroristas como pão nosso de cada dia, de um alcorão com a cara e a bunda, literalmente, no chão. Aqui no Brasil já nos acostumamos com o fato de um calendário único: todo dia será sempre um 11 de setembro.
No Planalto, temos uma arquitetura moderna côncava e convexa bastante curiosa, quase que visionária no planejamento e na execução dos seus criadores ou criador, envolvendo dois sonhadores com um país melhor, sendo estes JK e Niemeyer. Pena que isto ocorreu na década de 60, e de lá para cá o povo só faz sentar realmente, mas eles poderiam ter feito em 70, 70, 70 até conseguirem.
Não deu, que pena! Que Deus os perdoe por isso. Amém! Se observarmos bem, veremos que são apenas dois grandes e imponentes penicos, um para receber e ou outro para jogar, mas... Jogar o que e em quem?! Ah! Isso nós já sabemos, não é verdade?! Cadê você, Ussama Bin Laden, com ou sem seus homens-bombas terroristas para enfrentar este povo brasileiramente heróico e contorcionista? Pois duvido que algum deles queira sair daqui morto, depois de verificarem que a vergonha política brasileira nacional é maior que sua vergonha espiritual... Tá vendo? Todo país tem o povinho que merece...
Wilson Carlos de Oliveira - RG 11.226.004