• Em Agudos nascem os rios Lençóis, Batalha, Turvo Itaquá e Serraria. Nos rios Lençóis e Serraria acontece um fato curioso: depois de alguns metros da nascente, eles desaparecem e nascem novamente cerca de 500 a mil metros à frente. A impressão que se tem é que eles se protegem para voltarem com força total.
• De um mirante da fazenda São Benedito é possível ver as cidades de Piratininga, Bauru, Lençóis e Macatuba. O mirante fica na Serra dos Agudos, a 730 metros de altitude.
• Na mesma fazenda há um casarão que ficou pronto em 1912 e foi construído por Benedito Otoni Cardia, o primeiro prefeito da cidade. Ele morou no casarão com seus cinco filhos. O sexto filho nasceu depois que ele já havia morrido.
• A Serra dos Agudos é conhecida também como a Serra de Jacutinga
• Os tijolos encontrados em Agudos mostram a evolução da olaria. Os primeiros deles foram construídos por escravos. Na época da República, eles tentaram fazer nos tijolos a Bandeira Nacional. Depois, tentaram fazer a Bandeira com a letra D, de Delfino, ao meio.
• O Seminário Santo Antônio conserva o órgão de tubos, construído por Friedrich Schürle, natural da Alemanha
• Frei Gregório Jonscher foi o frade com maior tempo de permanência em Agudos: 52 anos
• O teólogo Leonardo Boff estudou no Seminário Santo Antônio
• Dom Paulo Evaristo Arns, ex-arcebispo de São Paulo, foi professor e orientador no Seminário Santo Antônio, de 1953 a 1956.