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Bauru pode ter mais centros de preservação

Gilmar Dias
| Tempo de leitura: 1 min

Sem prazo para instalação, Bauru deverá ganhar nos próximos anos mais quatro museus que vão relatar, cada um com suas particularidades, a história da cidade ao longo do tempo. Criado em 1993 pelo então prefeito Tidei de Lima, o Museu da Imagem e do Som (MIS) ainda não saiu do papel.

Mas a atual gestão da Secretaria Municipal de Cultura começa a articular a sua instalação em colaboração com as emissoras de rádio e televisão. O município foi o primeiro do Interior do País a ter uma emissora de televisão. A TV Bauru foi inaugurada em agosto de 1960 e colocou a cidade no mapa das transmissões e produções televisivas próprias, monopolizada, até então, pelo eixo Rio-São Paulo.

Na esteira dos projetos dos novos centros de memória, o Aeroclube de Bauru também começa a levantar vôo para articular o projeto do Museu da Aviação. Fundado em 1939 pelo general Américo Marinho Lutz, o aeroclube teve nos seus quadros de formação de pilotos alunos que se tornaram celebridades, como o ex-ministro da Infra-estrutura, Osires Silva.

Já em fase de montagem, a cidade vai ganhar seu primeiro Museu de Zoologia e Taxidermia (animais empalhados). O projeto é vinculado à Universidade do Sagrado Coração (USC) e ainda não tem prazo para entrar em operação.

Além do MIS, da Aviação e de Zoologia, há uma proposta para resgatar a história do carro. O ex-presidente do Clube do Carro Antigo do Centro Oeste Paulista, José Carlos Tosi, defende a idéia de que a cidade instale o seu Museu do Automóvel nos moldes do existente em Fortaleza (CE).

Lá, os proprietários de carros antigos fazem uma exposição contínua dos veículos, que constantemente são trocados para dar lugar a outros modelos. Para manutenção do local, o acesso é cobrado.

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