Tribuna do Leitor

Quem decifra?


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Um xiru que andava gauderiando sem destino, campeando uma prenda pra ver se acalmava o facho e sentava juízo.

Já estava meio pregueado de tanto procurar. Foi aí que começou a enveredar pelo tal de computador. Nesta máquina dos modernos, conseguiu conhecê-la.

Prosa vai, prosa vem, e foi dar de cara com ela. Amou antes de ver em carne e osso e muito mais depois.

À pianito foi convencendo a prenda a ficar com ele, até que casaram.

Hoje, vive o xiru de canjicas de fora, acha a vida mui boenacha e não pára de agradecer ao patão velho a benção de ter a mais bela de todas as prendas.

Não adianta ficar atarantado que nem cusco em procissão, escrevi bem fácil e claro. Buenas, era isto, até mais indiada macanuda...

Claudio Batista Santa Helena - RG : 5017460782

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