Tribuna do Leitor

O reconhecimento oficial


| Tempo de leitura: 1 min

Finalmente, em Brasília, no dia 20/5/2005, o brigadeiro-do-ar Antônio Guilherme Telles Ribeiro, numa atitude inédita, permitiu aos ufólogos presentes o acesso irrestrito aos arquivos secretos da FAB. Arquivos onde há casos sobejamente conhecidos dos ufólogos, mas que nunca foram oficialmente reconhecidos pelas autoridades militares brasileiras.

Arquivos onde comandantes de aviões de passageiros e experimentados pilotos militares, testemunhas oculares fidedignas, jamais confundiriam um UFO com o planeta Vênus ou com um balão meteorológico. Arquivos onde radares registram velocidades feéricas, apanágio imanente desses famigerados objetos voadores não identificados, que evertem as leis da Física.

Na data retrocitada, o major-brigadeiro Atheneu Azambuja, do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, declarou que: “... não é missão da Aeronáutica, nem ela tem competência para tal, investigar os casos de supostos objetos de estudos da Ufologia. Isso é tarefa para os pesquisadores civis”.

Após décadas de intensa porfia dos ufólogos contra a política de acobertamento oficial, já franquearam seus arquivos ultraconfidenciais: França (1976), China (1979), Rússia (1979), Uruguai (1979), Bélgica (1986), Itália (1995), Vaticano (1996), Chile (1997), Peru (1998), Espanha (2001), México (2004) e Brasil (2005).

Isto representa o reconhecimento oficial do fenômeno ufológico, que vai grassando progressivamente entre as nações. A tendência é que também outros países cedam e liberem seus arquivos secretos. Mister se faz ainda ressaltar que algumas universidades norte-americanas já proporcionam cursos de graduação em Ufologia.

Gilberto Sidney Vieira - professor - RG 3.476.358 SP

Comentários

Comentários