Esta aconteceu comigo em Ipauçu, no ano de 2002.
Depois de uma reunião com companheiros do PSB, acabei por sair com o companheiro Plínio Antonio, mais conhecido como Plínio da Loteca, para visitarmos uma pessoa na zona rural do município. Ao pararmos em um posto de gasolina para abastecer o veículo do amigo, o frentista veio lavar o pára-brisa e de cara já foi questionado:
- Lava só metade... só enxergo de um olho mesmo!
Fiquei curioso e indaguei:
- Como é?
- Vai dizer que nunca reparou, ô Pedroso? Sou cego de um olho!
- Não tinha reparado não!
- Então... para que desperdiçar água e lavar o pára-brisa inteiro? Não enxergo mesmo!
- Sei!
Abri a porta do veículo, desci e não teve apelos que conseguissem fazer com que seguisse viagem com o amigo Plínio dirigindo.
Contada por Antonio Pedroso Júnior