Analisando a celeuma que toma conta da política local, venho oferecer à análise de todos os envolvidos as seguintes situações: Você utiliza-se de um determinado serviço ou compra um produto e a firma prestadora/vendedora, na hora, emite e entrega para você o comprovante adequado (nota fiscal, fatura, boleto bancário, etc), podendo o pagamento ser feito no momento ou posteriormente. Você compra um botijão de gás do vendedor ambulante que passa na frente da sua casa, pede a nota fiscal, a recebe e paga o vendedor no ato.
Você compra na Internet qualquer produto, preenche o boleto bancário na sua impressora, paga esse boleto com o seu Home Banking e recebe a mercadoria na sua casa pela transportadora ou até pelos Correios. Em nenhuma dessas hipóteses, houve entrega específica de correspondência, cartas ou coisa que o valha. Pois bem, se a leitura do hidrômetro e entrega do comprovante ao consumidor forem simultâneas, não há o que se falar ou alegar que houve entrega de correspondência, não acham? Ademais, as cidades que não utilizam do sistema que o DAE contratou devem ter analisado, e muito bem, a situação e o fazem já há bastante tempo.
William Agua Nova - RG 3.848.262