O processo que julga atos de crueldade contra animais ocorridos em maio de 2002 no Jardim Bela Vista, em Bauru, não chegou ao fim ontem, ao contrário do que havia previsto a delegada da Sociedade de Proteção Ambiental Mountarat, Damair Pereira de Almeida. Um nova audiência deve ser marcada pela Justiça.
Segundo informações extra-oficiais, pelo menos duas testemunhas-chave do processo não compareceram à audiência realizada ontem. Uma delas seria a veterinária que tentou socorrer os animais envenenados.
A Justiça ainda tem que ouvir duas testemunhas da acusação e cinco da defesa antes de propor um acordo ou anunciar a sentença. Por enquanto, não há uma data prevista para a continuidade do processo.
De acordo com Almeida, em outros processos semelhantes, os casos têm sido resolvidos na primeira audiência. Ela explica que, normalmente, o juiz propõe um acordo entre as partes. Na maioria das ações, o réu é condenado a prestar serviços à sociedade. Desta vez, porém, não houve um desfecho e as partes terão de aguardar nova convocação da Justiça.