Polícia

Rapaz é preso com ecstasy, haxixe, maconha e ácido

Thaís da Silveira
| Tempo de leitura: 3 min

A Polícia Militar (PM) apreendeu na manhã de ontem 395,6 gramas de maconha, sete comprimidos de ecstasy (totalizando 2,5 gramas), um microponto de LSD e 11,6 gramas de haxixe em uma residência localizada no Jardim Eugênia, em Bauru. No local, foram encontradas também munições de calibre 32.

Através de denúncia anônima, a PM recebeu informação sobre a droga. O organizador de uma festa rave que seria realizada ontem no Distrito de Tibiriçá estaria traficando os entorpecentes.

Com um mandado de busca, a polícia foi até a casa do acusado, e com a ajuda de um cão farejador, localizou a droga. A maconha estava guardada na geladeira da casa e o restante estava no quarto do acusado de tráfico, acondicionado em embalagens plásticas.

O produto foi encaminhado ao Plantão Policial e o rapaz, C.A., de 24 anos (o nome não foi informado pela polícia), foi autuado por tráfico de drogas e pelo artigo 14 da lei 10.826, de 2003, que prevê penalidades para delitos como porte de armas e munições.

Segundo o tenente Gustavo Cardoso Xavier, da PM, não é freqüente a apreensão de drogas como ecstasy e LSD em Bauru. “O mais comum que a gente encontra é maconha. Esse tipo de droga como ecstasy e LSD é mais restrito, mais difícil de encontrar”, expõe.

O tenente afirma que em festas rave geralmente há comércio desse tipo de entorpecente. “Temos conhecimento de que (o tráfico) ocorre nesse tipo de festas. Porém, no policiamento ostensivo que é desempenhado pela Polícia Militar, fica difícil dar o flagrante na festa. Neste caso, conseguimos coibir o trabalho de venda para esta festa específica. Visamos principalmente essa parte da prevenção.”

A última apreensão de ecstasy em Bauru foi realizada em fevereiro deste ano, em uma casa no Parque Paulista. Vinte comprimidos da droga foram encontrados com 240 gramas de crack.

Na ocasião, o delegado titular da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Bauru, José Henrique Gomes dos Santos, afirmou que a droga é rara porque é cara. Cada comprimido, que é uma dose única, custa de R$ 50,00 a R$ 100,00, em média.

A droga é conhecida como a “pílula do amor” porque a pessoa sob efeito do ecstasy fica mais sociável, com vontade de conversar e até de ter contato físico com outras pessoas.

Crack no Jd. Redentor

A Polícia Militar (PM) apreendeu na noite de anteontem cerca de 20 gramas de crack e 3,5 de maconha no Jardim Redentor.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, dois homens estavam conversando em frente a uma casa na quadra 2 da rua São João, no Redentor.

Após a aproximação da viatura policial, ambos teriam fugido em uma motocicleta. O veículo foi abordado pela polícia. Após revista, foram encontradas com um dos rapazes quatro porções de maconha, totalizando 3,5 gramas do entorpecente. Posteriormente, os policiais revistaram a casa dele e encontraram uma pedra de 20 gramas de crack escondida em uma bolsa de náilon.

Ele foi conduzido ao Plantão Policial e autuado em flagrante por tráfico. Já o outro rapaz foi liberado pela polícia.

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