Nacional

Denúncia fala sobre paradeiro de suspeito de matar família Yonekura

Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min

São Paulo - Uma denúncia recebida pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) dá conta de que o pintor Celso Alencar dos Santos, 33 anos, está dando dinheiro para traficantes escondê-lo em uma favela na região do Capão Redondo (zona sul de SP). Ele é suspeito de, junto com o vigia Ricardo Francisco dos Santos, 26 anos, ter matado cinco membros da família Yonekura no último dia 11.

Segundo as informações recebidas pela polícia, que estão sendo investigadas, o suspeito ainda se encontra na Capital. A região do Capão Redondo, onde estaria escondido, é a mesma onde ele morava antes de praticar o crime. Celso seria conhecido no bairro como Perninha, pois manca com a perna direita. Outro apelido seu, segundo a polícia, é Macarrão.

Para o DHPP, a denúncia parece procedente, já que o tráfico possuiria uma “estrutura” em favelas, com esconderijos e olheiros (vigias), que permite aos criminosos “desaparecerem” quando é notada a aproximação da polícia.

Celso e Ricardo teriam cometido a chacina para roubar US$ 5 mil. O dinheiro havia sido trazido do Japão por W., 29 anos - única vítima sobrevivente -, sua mulher Erica Miyamoto, 28 anos, e sua irmã Fátima, 31 anos. Além de Erica e Fátima, foram mortos, na casa da família, os pais de W., Futaba e Tadashi, e o irmão Nilton, 26 anos.

O último é amigo de infância do vigia Ricardo, que está preso desde o dia 12. Tanto ele quanto Celso foram reconhecidos por W. como os autores do crime. A última pista de do foragido divulgada pela polícia foi de que uma pessoa ligada a ele trocou US$ 100 - parte do dinheiro dos Yonekura - em um doleiro no largo 13 de Maio (zona sul).

Comentários

Comentários