Em princípio, fique bem claro que não me move absolutamente o desejo de polemizar ou de desacreditar o respeitável Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, mas realmente é inconcebível o que saiu publicado sobre Iacanga na página 14 do JC de 6 de setembro, em gráfico intitulado “o censo na região”.
Naquela tabela, atônito, constatei que do Censo de 2000 para 2005, a minha cidade cresceu, em densidade populacional, a ridícula e absurda quantidade de exatos 448 habitantes, um percentual irrisório, de apenas 5,40%. Ora bolas!
Por mais que tente, não posso e nem devo acreditar nessa amostragem, que de maneira alguma condiz com a realidade vivida por Iacanga na atualidade, senão, vejamos: Núcleos habitacionais = Vilas: Águas Claras, Nova Iacanga, Estância de Iacanga, Nova Brasília, Jardins: das Flores, Paraíso I, Paraíso II, Praia do Sonho, Enseada, Vitória, Caracol, Primavera, Balneário recreativo e loteamento Vale das Águas, 14 no tal.
Eleitores inscritos = quase 7 mil, distribuidos por 17 secções eleitorais, que nas últimas eleições funcionaram em três escolas do município. Pelo exposto, fica bem claro que a “Namorada do Tietê”deixou para trás já há um bom tempo a casa dos oito mil e poucos habitantes, girando hoje na faixa dos 12 mil cidadãos iacanguenses, sem falsa modestia ou ufanismo cabotino, razão pela qual, no meu entender, se torna imperativa uma reavaliação do índice populacional de minha amada Iacanga.
Marcos Vieira da Silva - Iacanga