Politicando

‘Engasga-gato’


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Numa viagem do BAC, Gilberto Finazzi até que cumpriu a sua parte. Na parada para o almoço, ele foi até o restaurante conversar com o dono e voltou preocupado. E, da porta do ônibus disse para a delegação: O restaurante só nos aceita se a gente se comportar. Eles tiveram um problema com um time de futebol e não querem mais receber futebolistas.

Todos os jogadores prometeram um bom comportamento e, liberados pelo Finazzi, desceram e se acomodaram numa grande mesa, preparada na hora. No decorrer do almoço, até parecia uma delegação de diplomatas: só se ouvia o ruído dos talheres. O silêncio e o bom comportamento, todavia, duraram pouco. Ainda estavam no couvert de entrada, quando um dos jogadores apontou para uma travessa de agrião, e disse outro: - Me passa aí esse “engasga-gato”! A partir daí, o fuzuê e as brincadeiras voltaram, para desespero do Finazzi...

Contado por Rui Bertoti

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