Esta me foi enviada por um amigo agudense, o Nelsinho Ayub, dando contas de uma travessura do Barata, quando ainda era chamado de Baratinha.
Passeando em um domingo no jardim da cidade, viu uma menina bonitinha e com a cara-de-pau que é a sua marca registrada já chegou dizendo:
- Me dá um beijinho. Me dá um beijinho!
E a menina:
- Não dou, não dou, não dou!
Mas o Baratinha não largava o braço da menina.
- Pára! Eu vou chamar a minha mãe.
E o Baratinha:
- Não vale! Dela eu não quero beijo...
Contada por Antonio Pedroso Júnior