Economia & Negócios

Denúncia do caso Sindtran chega à 2ª Vara da Justiça Criminal de Araçatuba

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 1 min

O promotor criminal do Ministério Público (MP) de Araçatuba Sérgio Ricardo Martos Evangelista ofereceu denúncia à Justiça sobre o caso dos cinco integrantes do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Bauru (Sindtran) presos em flagrante naquela cidade, no último dia 28, por suspeita de extorsão a uma empresa. A informação é do advogado do sindicato, José Marques.

De acordo com ele, a denúncia foi distribuída na 2.ª Vara Criminal de Araçatuba e está nas mãos do juiz Welington José Prates. “Agora, com o inquérito policial concluído e a apresentação da denúncia, fica mais fácil renovar o pedido de liberdade provisória deles (dos cinco integrantes do sindicato)”, diz Marques.

No dia 3 deste mês, o advogado do Sindtran protocolou no Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo um pedido de habeas corpus para os sindicalistas presos em Araçatuba - e posteriormente transferidos para o Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto, onde permanecem. Mas o habeas corpus foi negado.

“Naquela ocasião, o pedido de relaxamento da prisão foi negado porque o juiz entendeu que, como o inquérito não havia terminado e eles ainda não prestaram depoimento em juízo, não havia condições de deferir meu pedido. Agora que o inquérito acabou e as certidões (antecedentes criminais confirmando que os indiciados são réus primários) chegaram, fica mais fácil conseguir o relaxamento da prisão preventiva”, acrescenta Marques.

Na avaliação dele, a Justiça deve se pronunciar em breve sobre a denúncia oferecida pelo MP.

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