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Projeto da Emdurb prevê novo acesso à via marginal da avenida

Luciana La Fortezza
| Tempo de leitura: 2 min

Apesar de bela, nem sempre a avenida Nações Unidas é prática. Quem trafega por ela no sentido Centro-Geisel com interesse em seguir pela via marginal pode ser obrigado a percorrer a pista principal por vasto trecho, caso perca a entrada situada na quadra 26. Para evitar o transtorno, a Emdurb estuda a possibilidade de instalar novo acesso na quadra 31.

Se mesmo assim o motorista estiver distraído, terá de seguir até a altura da quadra 35, próximo ao Bauru Shopping, para fazer o retorno. “Vai distribuir o fluxo (de veículos). Só entrará no primeiro acesso quem tem interesse pela região do Branemark”, explica Nelson José Lira, diretor do sistema viário da Emdurb. Inaugurado há um mês, foram investidos R$ 4 milhões no instituto que colocou Bauru sob holofotes internacionais.

Graças ao empreendimento, a cidade tornou-se referência mundial na área de osseointegração. Mas a entidade não estaria localizada onde está se o projeto original da avenida fosse cumprido à risca. De acordo com o projetista da Seplan Adelmo Bertussi, o local previa uma obra de arte que interligaria a região da Universidade do Sagrado Coração (USC) com a da Universidade de São Paulo (USP).

A proposta não saiu do papel. Mas não deve ter o mesmo destino o projeto que prevê alterações no retorno que dá acesso ao shopping para quem vem pela Nações no sentido Geisel-Centro. Quando ele for implementado, a entrada pela rua Eduardo Vergueiro de Lorena será proibida. O acesso para quem pretende seguir sentido shopping será pela rua Júlio de Mesquita Filho, que herdará o semáforo.

Já o percurso adotado para quem vem do shopping e pretende entrar na avenida será mantido. Apesar das mudanças, a avenida deve continuar com o antigo problema de inundação. A situação preocupa o coordenador da Defesa Civil, Álvaro de Brito, que sugeriu nas gestões anteriores a instalação de placas fixas alertando para a questão especialmente aos condutores das cidades vizinhas. A Emdurb estuda a proposta.

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