Freqüentar a tradicional feira da rua Gustavo Maciel, realizada aos domingos, custou caro para a diarista Maria de Lourdes Sant Ana Rosa, 57 anos. Ela amargou prejuízo de R$ 400,00 por ter a carteira furtada, onde guardava documentos pessoais.
O vaivém de pessoas a impediu de notar o delito, só percebido em casa, horas mais tarde. Quando se deu conta de que estava sem o dinheiro, cartões de banco, da pensão do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), título de eleitor e documento de identidade, a diarista passou mal.
O mal súbito é justificável. Com o filho desemprego, ela utilizaria o dinheiro para passar o mês.