O maior turista do mundo apresentou um projeto para aumentar de 8 para 9 anos o ensino fundamental a partir de 6 anos. Escrevi a todos os líderes dos partidos para que não aprovassem referido projeto, sabendo-se que 6 anos é criança ainda e necessita de lazer e não de estudo, levando-se em consideração que milhões de pais não têm condições de gastar com transporte e materiais escolares.
O material escolar atual custa caro em virtude das besteiras que os princípios educacionais criaram para os alunos que muitos precisam até de carrinho para carregá-los com diferença do passado quando se ia à escola com 4 caderninhos de 8 folhas e os professores ensinavam ao invés de fazer perguntas inconcebíveis que originam miopia para muitos estudantes dado ao número de perguntas e tamanho das letras. O projeto foi aprovado e o Jornal da Cidade entrevistou vários leitores e só um respondeu que criança deve brincar e não estudar. Se a criança não tiver condições de ser aprovada nos exames, eleva para 10 anos o estudo com grandes prejuízos econômicos para os pais e a criança perde o direito de brincar.
Sugiro aos pais que escrevam aos seus senadores pedindo para que não aprovem referida lei. A criança não tem condições de ir sem companhia para a escola e a mãe terá que levá-la e buscá-la, custando-lhe nada menos de 10 reais de transporte somando mais de 200 reais mensais num país onde o consumidor já gasta 4 salários e meio anuais para as custas de impostos e tarifas criadas por um presidente que criou tantas greves contra governos e empresários alegando “melhores condições de vida”. (Carlos Sandrin - advogado - 29787-OAB)