Política

Administradores tacham revisão do IPTU como armadilha fiscal

Marcelo de Souza
| Tempo de leitura: 1 min

A Associação dos Administradores da Cidade de Bauru e Região (AACB) se manifestou contra a revisão da planta genérica do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) na forma como está proposta e a classificou de “armadilha fiscal para a população”. Para o presidente da entidade, Helson José Berçott Fagundes, a proposta cria uma falsa justiça tributária. “É importante frisar que esta tributação, em muitos casos, irá acarretar um endividamento do cidadão de bem”, afirmou.

Outro ponto negativo na revisão proposta, de acordo com a associação, é o reflexo que o aumento no IPTU terá na construção civil e no mercado imobiliário. Fagundes também questiona os critérios para avaliação de imóveis. “É irreal e imaginária a classificação poética que se dá para os imóveis”, ressalta.

A AACB não poupa críticas à administração e alerta os vereadores para pensarem bem na hora de votar o projeto. Segundo Fagundes, cada vereador estará sentenciando o eleitor que o elegeu a uma possível inadimplência. “Tarifar, incrementar tributos, onerando a população é, no mínimo, sinônimo de ingerência e má gestão pública”, declara.

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