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Moradores do Jd. Contorno pedem melhorias à Secretaria de Obras

Rafael Tadashi
| Tempo de leitura: 2 min

Acreditando na prosperidade da região Sudeste de Bauru, muitas pessoas optaram por morar longe do centro da cidade. Dessas, parte escolheu o Jardim Contorno, região do residencial Camélias e Flamboyants. No entanto, os moradores do bairro lutam atualmente para garantir melhorias, como iluminação pública e asfalto. Para isso, a Associação de Moradores do Jardim Contorno convocou ontem, uma reunião com o secretario de Obras do município, Leandro Joaquim, e com representante de da rede de Supermercados Confiança, que inaugurou uma loja na região na semana passada.

Ontem, cerca de 20 moradores estabeleceram metas de discussão e listaram as reivindicações necessárias ao bairro. “Em algumas ruas não há iluminação pública, muitas ainda não foram asfaltadas, falta drenagem e inspeção dos terrenos baldios e barracões comercias abandonados”, aponta José Xaides de Sampaio Alves, chefe do Departamento de Arquitetura da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e morador do bairro.

De acordo com ele, a associação de moradores irá protocolar hoje um documento contendo as reivindicações e entregará uma cópia do documento aos setores responsáveis da prefeitura, à Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) e ao representante da rede de supermercados.

O problema com a empresa está na alteração do plano viário do bairro, que irá alterar transformar as ruas Padre Francisco Van Der Mass, sentido Nações-Camélis e a rua Bento Cosci em ruas de mão única. Atualmente, ambas são vias de mão dupla.

Na quarta-feira, a associação fará nova reunião para debater o plano diretor do município e estabelecer metas a médio e longo prazos.

Outra questão que incomoda os moradores do bairro é que diversas empresas de cargas e maquinário pesado vêem se instalando na região, pela proximidade com a rodovia Marechal Rondon e, em conseqüência, pela facilidade de escoamento da produção. “Essas empresas fazem barulho, poluem o ar e congestionam o trânsito, além de muitas estarem abandonadas e servirem de moradia para marginais”, conta Terezinha dos Santos Oliveira.

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