Obedecemos ao ciclo da vida: nascemos, vivemos e morremos. A cada pessoa que nasce, surge uma nova esperança de um futuro pródigo, próspero... Uma nova chance ao nosso País já tão castigado que suplica a altos altos brados: salve, salve, mãe gentil! Estudiosos afirmam: “As crianças são o futuro do Brasil”. Eis que então surge uma grande dúvida:o que o País tem feito pelo seu futuro? Essa resposta nos é dada evasivamente: diminuiu-se as taxas de repetência, mas não em virtude da melhora do ensino, mas porque passou-se a analisar a aprendizagem pelas cotas de ausência. Fica então a pergunta: presença é sinal de sabedoria?
Desde pequeninos ouvimos de nossos pais a seguinte pergunta: Filho o que você quer ser quando crescer?
Inocentemente, na maioria das vezes, respondemos: “Quero ser policial” ou ainda ainda “papai serei presidente e farei o que ninguém fez e não terá crianças pedindo por migalhas afim de manter-se vivas”.
Então, alcançamos nossa maioridade e chegamos à conclusão de que fomos inocentes ao afirmar que seríamos policiais ou presidentes, pois vimos que ambos são passíveis de corrupção e parte deles não passa de farsantes com alto poder de persuasão.
Diante desses fatos, mudamos de idéia porque, certamente, não é esse um meio viável de acordo com nossos objetivos. Todo anos se inicia com a promessa de mudança e termina com a frustração do velho. Envelhecemos e chegamos ao fim do ciclo deixando a missão para outras gerações sem nunca deixar de acreditar que um dia veremos rosas nesse jardim tão imenso, mas que só tem nos mostrado espinhos.
Natália Fernanda Kronka - estudante de administração - RG 33807626-8