Regional

EUA são pioneiro no projeto Mapa Verde

Da Redação
| Tempo de leitura: 1 min

O projeto Mapa Verde surgiu nos Estados Unidos, na cidade de Nova York, pela iniciativa de Wendy Brown, que começou a mapear os lugares mais agradáveis da “Big Apple”. A idéia inicial era identificar locais propícios para passeios ciclísticos, porém a idéia ampliou-se, e o projeto passou a mapear lugares significativos da cidade como um todo: monumentos históricos, escolas, sítios culturais, áreas de recreação, praças públicas, alamedas sombreadas, pontos de observação do pôr-do-sol, habitats significativos.

Pontos críticos também são mapeados, como: fontes de poluição sonora, atmosférica e hídrica, áreas contaminadas, lixões, áreas de risco. Para cada ponto, foram criados ícones específicos que representam o local através de uma linguagem global, uma forma simples de leitura onde a barreira da língua é ultrapassada

De acordo com a página da organização Mapa Verde, na Internet, todos os Mapas Verdes são feitos localmente por pessoas que vivem ou trabalham na comunidade mapeada. Cada projeto é dirigido, financiado e avaliado independentemente dos demais.

Os projetos recebem auxílio da Rede Global de Mapas Verdes, das Conexões Regionais e do escritório do Green Map System (GMS) em Nova York para iniciarem o trabalho, para compartilhar idéias e recursos. E Também para a promoção de seus resultados e aconselhamento em todas as fases do mapeamento.

Cada grupo local registra seu projeto e, a seguir, passa várias semanas ou meses pesquisando os recursos ambientais e culturais da área que está mapeando. Ao final deste processo, cada grupo publica seu Mapa Verde, com características, personalidade e “tempero” próprios e locais.

Comentários

Comentários