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Fala-povo


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Você se preocupa com a leishmaniose?

“Com certeza, preocupa. Temos que tomar muito cuidado para que novos casos não surjam em Bauru. Deixo sempre o quintal limpo e levo meu cachorro regularmente ao veterinário”. Priscila Aparecida Bernardo, 28 anos, auxiliar-administrativa, reside no Jardim Vânia Maria

“É uma doença que me incomoda bastante, principalmente porque ela já matou muita gente, especialmente aqui em Bauru. Não deixo meu cachorro ficar na rua e minha casa está sempre limpa”. Lucas da Silva Martins, 16 anos, lojista, reside no Mary Dota

“Tenho preocupação porque existem muitos cachorros abandonados pelas ruas e a gente não sabe se eles têm ou não a doença. Também acho que as pessoas andam desinformadas sobre a leishmaniose, o que é mais um motivo de preocupação”. Éder França Batista Pires, 20 anos, repositor, reside no Centro

“Temo essa doença porque há um descaso do Poder Público quanto à sua prevenção. Poderia e deveria haver uma ação conjunta entre Estado, União e Prefeitura para culminar num trabalho preventivo a fim de resolver ou minorar esse problema”. Osmar Brito, 40 anos, bancário, reside no Jardim Eldorado

“Com certeza causa muita preocupação. Tomo cuidado com o meu cachorro, procuro deixá-lo num local bastante limpo”. Mariana da Silva, 22 anos, professora, reside no Jardim Pagani

Me preocupa bastante, por isso, procuro deixar minha casa sempre limpa e evito andar sem calçado nos pés”. Eduardo Vieira, 24 anos, vendedor, reside no Mary Dota

“Me preocupo muito com a leishmaniose. Tenho medo de contraí-la, por isso procuro sempre recolher as fezes do meu cachorro para evitar que a doença se alastre”. Marinalva Teixeira, 35 anos, empregada doméstica, reside na Vila Dutra

“Me preocupo sim, porque é uma doença muito grave. Não podemos deixar o quintal sujo, principalmente com excreções de cachorros. O meu, por exemplo, não sai de casa e toma vacina regularmente”. Ariane Francine Oliva, 19 anos, estudante, mora em Agudos

“Tenho muito medo de contrair essa doença. Por isso, evito acumular lixo em casa e também evito que o cachorro chegue perto do lixo”. Gislene de Freitas, 33 anos, dona de casa, reside no Parque Jaraguá

“Lógico que eu me preocupo. Em Bauru existem muitos cachorros sem dono, perambulando pelas ruas, mas ninguém faz nada. As pessoas têm que ter a consciência”. Antônio Francisco de Mello, 54 anos, comerciante, reside no Centro

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