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Notas


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• Bora 2006 I

A Volkswagen já comercializa a nova geração do Bora no exterior, mas preferiu iniciar a importação para o Brasil da linha 2006 ainda com o mesmo visual da 2005. O “novo” Bora chega ao mercado brasileiro a partir de janeiro e traz apenas discretas novidades estéticas e alguns recursos a mais em relação ao modelo anteriormente importado. Incorporou novos desenhos nas rodas de liga leve, descansa-braço para os bancos dianteiros, novos tecidos nos revestimentos internos e uma tomada 12 volts no porta-malas. Além disso, o carro passa a ostentar detalhes cromados nos pára-choques, nos frisos laterais e no emblema “VW” da grade do radiador, enquanto maçanetas e carcaças dos retrovisores externos são pintados na mesma cor da carroceria.

• Bora 2006 II

Por dentro, o Bora, que é produzido na fábrica da Volkswagen de Puebla, no México, mantém os mesmos itens de série do ano anterior. Que até formam um bom “pacote”: ar-condicionado eletrônico, faróis de neblina, airbag duplo, freios com ABS, rádio/CD player, imobilizador do motor, trava automática das portas a 25 km/h e trio elétrico, entre outros. Sob o capô, permanece o conhecido motor 2.0 litros 8 válvulas de 116 cv de potência. Com tudo isso, o preço de R$ 55.980,00 para o carro com câmbio manual e R$ 59.885,00 com transmissão automática são valores atraentes para quem não se importa com o visual um tanto defasado - o que talvez justifique a opção por trazer para o Brasil o modelo da geração anterior à atualmente oferecida na Europa e Estados Unidos com o nome de Jetta.

• China na América I

A invasão da indústria automotiva chinesa na América Latina já começou. Algumas marcas do país asiático iniciaram operações na Venezuela: as primeiras a desembarcar por lá foram Chery, Chana, Byd Auto, Saic Wulling Automobile, Great Wall e Hafei Motor Company. Quase todas ainda estão se estruturando e esperam vender, em uma fase inicial, não mais que 200 veículos por mês no mercado venezuelano. Mas, a longo prazo, as ambições são maiores. E podem ser medidas pelos negócios da Great Wall, que se adiantou e já tem revendas funcionando na cidades de Puerto Ordaz, Puerto La Cruz, Maturín e Valencia: somente nessa última localidade, a marca vendeu 20 automóveis em apenas dois dias de negócios.

• China na América II

Entre janeiro e julho de 2006, a Great Wall abrirá concessionárias na capital Caracas e ainda nas cidedes de Maracay, Barquisimeto, Maracaibo, Barinas, San Cristóbal e Mérida. Com essa “rede”, planeja vender ao longo do ano cerca de 3 mil veículos. Um volume pequeno, mas que já deverá representar 1,2% do mercado venezuelano, cujas projeções são de cerca de 250 mil veículos ao longo do ano.

• Nas pistas ianques I

O Bugatti Veyron está de olho nas “freeways” americanas. O Grupo Volkswagen, atual controlador da marca italiana fundada por Ettore Bugatti, já finaliza os estudos para lançar o superesportivo no mercado ianque. A idéia é começar a vender o carro por lá em meados de 2006 e, para isso, a marca já está selecionando concessionárias com a bandeira Bentley, também operada pelo Grupo Volks. Devem entrar nesse grupo seleto revendas de Troy, no Michigan, Greenwich, em Connecticut, e Pasadena, na California.

• Nas pistas ianques II

Porém, para testar a receptividade do consumidor americano ao supercarro, a Bugatti vai mostrá-lo no Salão de Los Angeles, no início de janeiro. Mas a decisão já está mesmo tomada, tanto que a Volks já até tem uma projeção de vendas para o público da terra do Tio Sam: cerca de 300 unidades anuais, ao custo unitário de no mínimo US$ 1 milhão. O Veyron possui motor de 16 cilindros em W, que despeja nada menos que 1001 cv de potência e o leva a superar os 400 km/h.

• Beleza bruta I

A Chrysler resolveu mesmo remeter seus modelos a época gloriosa dos “mus-cle cars”. Antes de mostrar a versão conceitual do Dodge Challenger em Detroit, a marca vai apresentar no Salão de Los Angeles uma versão especial do 300C, chamada de Heritage Edition (foto). A série limitada homenageia os modelos 300 da década de 50 e tem inspiração na linha de 1957, que recebeu o apelido de “beautiful brute” - beleza bruta, em inglês.

• Beleza bruta II

Enquanto isso, por aqui, a Chrysler se prepara para começar as vendas do 300C. O modelo chegará por cerca de R$ 180 mil e, inicialmente, será comercializado com uma única opção de motorização - o Hemi de oito cilindros em V e 5.7 litros de capacidade volumétrica, que despeja 340 cv de potência máxima. Números suficientes para empurrar o carro de 5 metros de comprimento, 1,88 metro de largura, 1,48 metro de largura, 3,05 metros de distância entreeixos e pouco mais de 1.800 quilos de peso. Lá para o fim do primeiro semestre de 2006 chegará a versão mais “apimentada” SRT-8, que recebe um motor V8 de 6.1 litros e 425 cv de potência.

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