Turismo

Maceió

Por Eliane Barbosa | Com Agência Estado
| Tempo de leitura: 1 min

Os paulistas adoram Alagoas e especialmente sua Capital ensolarada que cheira a melaço e é a porta de entrada para outros incursões, incluindo a histórica Penedo, quase no Delta do São Francisco, Piranhas, que parece um presépio a céu aberto com prédios brancos, caiados, e Maragogi, cenário de cinema.

Conhecer Maceió não é ficar apenas na orla, embora ela seja seu principal atrativo por contar com água azul turquesa e areia branca, fina, repleta de coqueiros.

Como muitas capitais nordestinas, a cidade tem uma parte alta e uma parte baixa. Da alta, avista-se o mar ou as lagoas dos vários mirantes espalhados pelas ladeiras da Catedral, dos Martírios, do Brito, e outras menos famosas, mas igualmente providas de praças e mirantes.

Ou seja, Maceió por si só já é um programa. Para qualquer lado que se olhe há sempre uma paisagem com vista para o mar ou para a lagoa. Não é preciso sair de lá para ser feliz. Assim como é possível fazer belos passeios rumo ao litoral norte ou sul, hospedando-se na Capital.

O dia começa cedíssimo por lá. Às sete da manhã o sol já está fervendo e a agitação corre nas praias. Já no final do dia, é só conferir o pôr-do-sol e a tranqüilidade que reina na beira da lagoa.

Maceió tem as lagoas de Manguaba e do Mandaú, que dizem, é a segunda maior do Brasil (a primeira é a de Patos, no Rio Grande do Sul). Nas lagoas, os homens pescam o sururu – marisco típico da região, e as mulheres fazem filé – um tipo de renda tecida em teares, também carcterística de Alagoas.

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